da venda em carroças
à internet

Leite

Seja por motivos de saúde e higiene ou por questões de logística, o modo como o leite chega à nossa mesa mudou com o passar do tempo.

Até meados do século 19, a produção de leite não era a principal função das criações de gado no Brasil.

O leite era consumido fresco. Geralmente, logo depois de ter sido tirado da vaca.

Com o crescimento das áreas urbanas no início do século 20, o leite passou a ser vendido de porta em porta, transportado em latões trazidos pelas carroças puxadas por cavalos.

A partir da década de 20, com as indústrias de beneficiamento, o leite começa a passar pelo processo de pasteurização e chega aos consumidores em garrafas de vidro retornáveis. 


PASTEURIZAÇÃO

Ter uma geladeira em casa só começou a ser popular na década de 60. A partir daí, foi ficando comum achar o leite sendo vendido em uma embalagem plástica descartável, o leite de “saquinho”.

Nos anos 70, é lançado no Brasil um novo tratamento térmico para o leite: a ultrapasteurização, o UHT, conhecido popularmente como “leite longa vida”. 

LEITE
LONGA VIDA

A partir daí, seja na caixa ou no saquinho, nos acostumamos a achar o leite nos mercados, padarias, mercearias e outros tantos estabelecimentos comuns à maioria das pessoas.

Devido à alta do preço e às novas tecnologias, o modo com que o leite chega aos consumidores pode estar mudando mais uma vez. 

Plataformas de e-commerce como Amazon, Magazine Luíza, Americanas, entre outras, conectam clientes com vendedores que oferecem preços mais competitivos em todo Brasil. 

Segundo levantamento de A Gazeta, o preço do litro de leite na Grande Vitória chegou a quase R$ 8, em julho de 2022. Já no comércio virtual, custava R$ 4 em kits com mais unidades. 

METADE
DO PREÇO

Texto: Felipe Sena
Revisão: Fernanda Dalmacio
Design: Artur Quintella
Imagens: Freepik, Unsplash e Divulgação/Panificadora Santa Isabel
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