Coletor
menstrual

 sinônimo de liberdade

O período menstrual sempre foi considerado um tabu entre as mulheres. Apesar disso, o coletor menstrual vem ganhando cada vez mais espaço entre as brasileiras nos últimos anos.

Trata-se de um “copinho” feito com silicone medicinal que é introduzido no canal vaginal para coletar o sangue da menstruação.

As pessoas buscam aderir ao coletor por diversos motivos, como a redução da produção de lixo e até gastos financeiros.

Além disso, o coletor garante muito mais liberdade, garantindo que a mulher possa realizar movimentos bruscos e se mover com bastante frequência, sem que ela tenha que se preocupar.

É possível dormir, fazer exercícios e até nadar!

Multiuso

Além disso, o coletor também ajuda a mulher a se conhecer melhor e entender melhor seu ciclo.

 A insegurança, geralmente, é em
relação ao medo de não saber
usar ou de vazamentos, mas o
aprendizado é rápido e o
copinho não vaza!

Inseguranças e riscos

O coletor menstrual é uma ótima opção para a mulher, mas um dos poucos riscos envolvidos – bem baixo, inclusive – seria o de infecção.   

A infecção está associada ao uso
inadequadamente
prologando do
coletor, ou seja,
tempo de
permanência
superior a 12h
sem esvaziá-lo.

O coletor também é recomendado para as mulheres que usam o absorvente e apresentam alergia ou irritação na pele.   

Não há contraindicações, apenas não é recomendado as mulheres que não tiveram relação sexual pela dificuldade de colocar e pela chance de romper o hímen.

Não é indicado
para quem é virgem

Existem dois tipos de coletores, o que deve ser observado na hora da compra.

Formato de sino (o tradicional)

Formato que se adequa ao redor do colo do útero.

São dois:

 O coletor também apresenta
vantagem para aquelas que têm
um fluxo mais intenso e se
sentem incomodadas com a troca
frequente de absorvente.

Mais benefícios

ROTEIRO:
Bruna Tagliari

DESIGN:
Alessandra Leite

MÍDIAS:
Pexels, Pixabay e Freepik

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